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Tudo o Que Sabemos Sobre Robert Bowers

 

Traduzi a matéria da CNN sobre o monstro assassino Robert Bowers que num ato covarde atirou compulsivamente dentro de uma sinagoga em Pittsburgh, estado da Pensilvânia, na semana passada.

 

Por que escolhi a CNN? Para que não reste dúvidas sobre as mentiras que tem sido ditas no Brasil. A CNN é a maior inimiga do Presidente Donald Trump, literalmente usando de golpes baixíssimos e fake news incessantes para denegrir a imagem dele. Como sou admiradora de Trump, caso eu traduzisse matéria de outros jornais, vocês pensariam que eu estou sendo seletiva ou escondendo fatos. Não estou. 

 

A matéria em inglês: https://www.cnn.com/2018/10/27/us/synagogue-attack-suspect-robert-bowers-profile/index.html

 

Aqui está o que sabemos até agora sobre Robert Bowers, o suspeito atirador da sinagoga de Pittsburgh 
Por Saeed Ahmed e Paul P. Murphy, CNN

 

Enquanto as autoridades tentam reunir um perfil do suposto atirador da sinagoga de Pittsburgh, um dos focos da investigação são suas postagens nas mídias sociais, disse o FBI. Aqui está o que sabemos até agora sobre o suspeito Robert Bowers, 46:

 

 

Ele supostamente fez declarações anti-semitas após sua prisão
Enquanto estava sob custódia e recebendo tratamento médico, Bowers disse a um oficial da SWAT que queria que todos os judeus morressem e também que "eles (os judeus) estavam cometendo o genocídio do povo americano", de acordo com a queixa da polícia. O derramamento de sangue ocorreu no mesmo dia que o culto religioso de sábado (Shabat, estava sendo realizado). No momento do tiroteio, três diferentes congregações (pessoas de 3 sinagogas diferentes) realizavam um culto na sinagoga Etz Haim (Árvore da Vida).


 

Ele estava na sinagoga por cerca de 20 minutos
Em uma coletiva de imprensa na tarde de sábado, autoridades disseram que o suspeito estava na sinagoga da rua Squirrel Hill por cerca de 20 minutos. Depois do ataque e enquanto saía do prédio, Bowers encontrou um policial e os dois trocaram tiros, disseram autoridades. O suspeito voltou para dentro (da sinagoga) para se esconder dos oficiais da SWAT. Bowers tinha vários ferimentos a bala, disseram autoridades. Ele foi baleado pela polícia.

 


Trump diz que a sinagoga deveria ter guardas armados
"A essa altura, não temos conhecimento de que Bowers era conhecido por infrações contra lei antes do dia de hoje", disse Bob Jones, agente especial do FBI em Pittsburgh. Jones disse que, embora a alegada motivação de Bowers seja desconhecida, as autoridades acreditam que ele agiu sozinho.


 

Ele tem uma licença ativa para transportar armas de fogo
Bowers tem uma licença ativa e fez pelo menos seis compras de armas de fogo conhecidas desde 1996, disse um oficial da lei familiarizado com a investigação. Em 29 de setembro, Bowers postou fotos de sua coleção de armas em sua conta no website Gab.com, que incluía vários clipes e imagens. Um rifle e três pistolas foram encontrados no local do ataque, segundo o FBI.


 

Ele culpou os judeus por ajudar caravanas de migrantes
Em sua conta no Gab.com, Bowers alegou que os judeus estavam ajudando no transporte das caravanas de migrantes (que se dirigem neste exato momento de Honduras aos EUA). Ele compartilhou um vídeo que outro usuário do Gab.com postou, supostamente de um grupo judeus em defesa de refugiados (judeus da organização HIAS) na fronteira EUA-México. Em outro post, Bowers descreveu os esforços gerais da organiação HIAS como "o mal coberto de açúcar".

 

Dezessete dias antes do ataque, Bowers postou em uma página da HIAS. A página do HIAS listava vários Shabbats que estavam sendo mantidos em nome dos refugiados, disse uma autoridade.

 

Nessa lista estava um endereço do Shabat que fica a menos de um quilômetro e meio da Sinagoga da Árvore da Vida. (O diretor executivo da HIAS, Mark Hetfield, disse que Bowers não é conhecido pelo grupo.)

 


Ele chamou as caravanas de migrantes de invasores
De acordo com seus posts, Bowers acreditava que as pessoas nas caravanas de migrantes eram violentas porque tentavam deixar países que tinham altos níveis de violência (e estão neste momento a caminho dos EUA). Bowers repetidamente os chamou de "invasores" em seus posts do Gab. "Eu notei uma mudança nas pessoas dizendo 'ilegais' que agora dizem 'invasores'", dizia um post, seis dias antes do tiroteio. "Eu gosto disso.", escreveu ele.


Uma fonte policial confirmou à CNN que os investigadores acreditam que as postagens nas redes sociais pertencem a Bowers e que a linguagem em sua conta coincide com a suspeita de motivação por trás dos tiroteios.


Seu post mais recente foi feito cinco minutos antes de a polícia ser alertada sobre o tiroteio.


Naquele post do site Gab, Bowers disse que "não pode sentar e assistir meu povo ser abatido. Dane-se sua ótica, eu vou entrar".

 

 

Sua conta de Gab tem frequentes postagens anti-semíticas
Ele repostou um número de posts em suas contas de mídia social dizendo que judeus sair do caminho ou partir. Gab é uma plataforma de mídia social que defende a liberdade de expressão e quase não restringe o conteúdo.


(Em um comunicado postado online, Gab diz que "nega e condena inequivocamente todos os atos de terrorismo e violência ... a missão de Gab é muito simples: defender a liberdade de expressão e a liberdade individual on-line para todas as pessoas",  Gab disse posteriormente que o perfil do suspeito foi suspenso após contato do  FBI.)

 


Seus posts incluíram críticas ao presidente Trump
Entre os muitos posts anti-semitas de mídia social estavam comentários sugerindo que o presidente Trump estava cercado por muitos judeus. "Trump é cercado por ***palavrão anti-semita****", "as coisas vão continuar como estão", dizia um post na plataforma de mídia social Gab, que usava um termo depreciativo para descrever os judeus.

 

Em outro post, aparentemente com a intenção de insultar o presidente dos EUA, ele dizia: "Trump é um globalista, não um nacionalista", disse Bowers dois dias antes do tiroteio. "Não existe #MAGA desde que haja uma infestação *** palavrão anti-semita***.

 

 


Ele disse que não votou em Trump
Cerca de quatro horas antes do tiroteio, Bowers comentou em um post que ele não votou em Trump.


 

 

Ele estava envolvido em caminhões

Um oficial da lei familiarizado com a investigação em andamento informa à CNN que Bowers possui uma carteira de motorista comercial e uma história associada à indústria de caminhões.


 

Ele recebeu uma multa de trânsito em 2015.

Uma revisão de registros criminais da CNN encontrou uma citação de trânsito de 2015 contra Bowers por supostamente dirigir sem um determinado documento.

 

Fim da matéria da CNN

 

 

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Agora sou, Esther, com minhas ideias:

 

Vocês tão sabendo dessa caravana da América Central rumo aos EUA aí no Brasil?

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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